No dia 1º de maio, às 8h, você chega à Praça Simone da Silva, no bairro Integração, e encontra uma estrutura montada para receber trabalhadores, movimentos sociais e moradores da cidade. O ato marca o Dia Internacional da Classe Trabalhadora em Uberlândia. A proposta é reunir diferentes segmentos em um espaço comum de debate e convivência. Assim, a mobilização articula agenda política e programação aberta ao público.
Programação ao longo da manhã
A partir das 8h30, ocorre uma celebração inter-religiosa, reunindo diferentes expressões de fé. Em seguida, às 9h, começa a roda de conversa sobre a memória da luta da classe trabalhadora. Às 10h, oficinas e novas rodas ampliam o debate. Já às 11h, entram em cena atividades artístico-culturais, como slam, batalha de rimas e apresentações musicais. Por fim, ao meio-dia, o almoço das cozinhas solidárias encerra a programação. Além disso, haverá espaço com brincadeiras para crianças, ampliando o alcance familiar do evento.
Pautas em destaque
Durante o ato, os participantes levantam reivindicações objetivas. Entre elas, o fim da escala 6×1, tema recorrente nas discussões sobre jornada de trabalho. Também está em pauta o combate ao feminicídio, além da crítica à pejotização do trabalho. Outra demanda é a defesa do transporte público gratuito. Dessa forma, o evento conecta questões locais a debates nacionais.
Participação e significado
Você caminha pela praça, escuta as falas, participa das oficinas e observa como diferentes grupos convergem em pautas comuns. Esse tipo de ato, embora situado em Uberlândia, dialoga com mobilizações históricas do 1º de Maio em diversas cidades. Ou seja, a experiência local reflete uma dinâmica mais ampla de organização social. No fim, a presença no espaço público se torna um gesto coletivo de reivindicação e visibilidade.
Em síntese
O ato reúne programação, debate e mobilização em torno de direitos do trabalho e políticas públicas.











